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sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Envelhecimento Da Sociedade Portuguesa



Todos envelhecemos, por isso o envelhecimento individual (de cada um de nós) faz parte do nosso quotidiano. Porém, começamos recentemente a ser confrontados com um outro envelhecimento, de tipo colectivo: o envelhecimento da população em geral.
A população envelhece porque a Humanidade cresceu em conhecimento técnico-científico e as condições de vida das populações melhoraram. Mas, apesar de o envelhecimento populacional poder ser percebido como uma história de sucesso, é frequentemente entendido como uma verdadeira ameaça ao futuro da sociedade em que vivemos.
Este ensaio começa por falar das razoes que conduziram à situação demográfica em que nos encontramos. Argumenta, em seguida, que a aflição com o envelhecimento da população é muito explicada por um outro envelhecimento mais profundo: a incapacidade de a sociedade adaptar as suas estruturas sociais e mentais à evolução dos factos. Propõe, por fim, um rumo alternativo de organização social sintonizado com as realidades sociodemográficas em curso.

Autor:Maria João Valente Rosa
Editora: Fundação Francisco Manuel Dos Santos
Colecção: Ensaios da Fundação, nº 26
PVP: 3.50€

terça-feira, 15 de maio de 2012

Milhões De Pensamentos Perversos



Quando se fala de sexo, ninguém diz a verdade. Mas na privacidade da Internet, homens e mulheres revelam-se nos sites que procuram, nas fantasias que perseguem. Cientes disso, dois neurocientistas entraram no "quarto escuro" das pesquisas online, onde não há tabus e cada click é uma revelação. Consultaram milhões de pesquisas, de histórias eróticas, vídeos e anúncios pessoais. E descobriram impressionantes diferenças entre o desejo masculino, feminino e homossexual.

Surpreendidos? Vão ficar quando souberem da importância que os homens dão aos pés (delas) e as mulheres às nádegas (deles). Ou como os japoneses enlouquecem com uma parte especifica da coxa e os indianos com a barriga. Ou ainda como o imaginário gay é preenchido sobretudo com imagens de homens... heterossexuais.
Obra controversa de dois doutores em neurociências, com dados nunca antes analisados cientificamente, Milhões de Pensamentos Perversos levará a que homens e mulheres percebam melhor que não estão sozinhos nas suas fantasias. E que o imaginário sexual é muito mais colorido do que se possa parecer.

Autor: Ogi Ogas e Sai Gaddam
Tradução: Michelle Hapetian
Editora: Lua de Papel
PVP: 15.90€

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Homo Sociologicus



No ponto em que o indivíduo e a sociedade se cruzam está o homo sociologicus, o homem enquanto portador de papéis socialmente predeterminados. Para um sociólogo, o indivíduo é os seus papéis sociais, mas esses papéis, por seu turno, são o facto opressivo da sociedade. Ao resolver os seus problemas, a sociologia toma necessariamente os papéis sociais como seus elementos de análise; o seu objecto de estudo é a estrutura dos papéis sociais. Mas reconstruindo deste modo o homem como homo sociologicus, a sociologia cria para si  mais uma vez o problema moral e filosófico de como o homem artificial da sua análise teórica se relaciona com o homem real da nossa experiência quotidiana. Para a sociologia não caia vítima de um cientismo acrítico, a tentativa de desenhar sumariamente algumas decisões da categoria de papel social não deve perder de vista o problema moral criado pela artificialidade do seu modelo. Por outro lado, para a critica filosófica ir além de generalidades irrelevantes, pressupõe-se o entendimento dos usos e abusos da categoria de papel social.


Autor: Ralf Dahrendorf
Tradução: Freitas e Silva
Editora: Quetzal
Colecção: Problematizar a Sociedade

PVP: 13.20€

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Identidade Nacional: Entre O Discurso E A Prática



Nas últimas décadas do século XX, a temática das identidades nacionais parece mais actual que nunca. Tornou-se um tema privilegiado junto dos críticos, jornalistas, políticos e, sobretudo, junto dos académicos que voltam a sua atenção para a nação e para os sentimentos de pertença, para as lealdades partilhadas e para as distintas formas de reprodução das mesmas. O contexto social e político internacional das últimas décadas do século XX foi fundamental para o desenvolvimento dos estudos em torno da identidade nacional. É a este título indiscutível o impacto das transformações políticas ocorridas no centro e leste europeu, os constantes desafios da globalização e o aumento e diversificação das migrações internacionais.

Aos anos noventa, discutia-se o Estado pós moderno, pós nacional, sendo certo, para muitos, que a dimensão nacional parecia perder o fulgor que a modernidade lhe havia atribuído e consolidado. Estas expectativas, contudo, foram sendo contrariadas e percebia-se que apesar de consumirmos e vivermos globalmente, estas escalas de pertença não só não anulavam as dimensões, nacional e local de pertença como, em alguns casos, as tornavam mais presentes. Com o presente trabalho pretende-se contribuir para este debate, concentrando-se os autores na identidade portuguesa, nos discursos que a envolvem e na forma como, na prática, ela é continuamente reproduzida em contextos variados.

Coordenação: Maria de Fátima Amante
Editora: Fronteira do Caos Editores
PVP:17.00€

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Problematizar A Sociedade

«Cada vez mais os homens se sentem angustiados por questões que parecem sobrelevar as suas possibilidades. Ter nas mãos o nosso destino é a ambição suprema de hoje. Não foi assim em todas as épocas (...) Mas desde que se inventou a ciência, com a matemática e mecânica, depois todo o sistema do universo, sonhou-se que o homem se poderia tornar dono e senhor da natureza. Poder-se-ia tratar cientificamente os fenómenos humanos, e dessa análise partir para construir um futuro à medida dos nossos anseios? À utopia sucederia a aplicação da ciência como salvação.»
«É necessário (...) que as sociedades entrem em crise, que as civilizações sejam discutidas para que os homens consigam libertar-se do ponto de vista em que naturalmente estão colocados e que é um ponto de vista subjectivo, para serem levados a esforçar-se por se elevarem a um ponto de vista objectivo.»

Autor: Vitorino Magalhães Godinho
Editora: Quetzal
PVP: 12.90€

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Mentirosos Natos

«Todos mentimos. Todos os dias; a toda a hora; acordados; a dormir; nos sonhos; na alegria; na tristeza.» - Mark Twain em On the decaying art of lying

Como é que os seres se tornaram tão exímios na arte do engano?
Como e quando é que as crianças aprendem a mentir - e como é que aprendem a não o fazer?
Porque é que é mais difícil do que se pensa detectar quando alguém mente?

Mentirosos Natos investiga estas e outras questões, com a ajuda de psicólogos, cientistas, historiadores, filósofos e artistas. Mas este livro não é um panfleto teórico. As mentiras fornecem boas histórias e este livro está repleto de contos de engano - do passado e do presente -, de casos de assassínio até fraude, de falsos profetas a eleições adulterados, histórias de amor, jogos, concursos televisivos e artes mágicas. Ian Leslie recorre a exemplos da literatura e das artes tão diversos como Sartre, o Padrinho e o mais popular concurso do mundo. As suas figuras-chave vão de Saddam Hussein a Bill Clinton, de Bernard Madoff a criminologistas, psicólogos e os maiores peritos na arte da mentira. Movendo-se com à-vontade entre a pesquisa científica e discussões sobre a Super-Mulher, este livro apresenta o «segredo sujo« da Humanidade como um dos mais fulcrais aspectos do comportamento humano e dá-lhe um tratamento popular único.

Autor: Ian Leslie
Tradução: Sónia Oliveira
Editora: Texto
PVP: 16.95€

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Jovens e rumos

«Nas nossas sociedades modernas as mudanças são cada vez mais rápidas, acentuando a necessidade de um acelerado processo de assimilação. A análise social do livro Jovens e rumos enquadra-nos num contexto único caracterizado pelos fenómenos da globalização, das novas tecnologias e do aumento da esperança de vida, entre outros. Este processo de mudanças desencadeia um desafio de adaptabilidade por parte de todas as pessoas, entre elas os jovens. Daí que estes devam ser valorizados não como meros objectos para um futuro, mas como sujeitos activos na construção de um presente comum, enquanto percursores e transformadores da mudança social.»

Organização: José Machado Pais René Bendit; Vítor Sérgio Ferreira
Editora: Imprensa de Ciências Sociais (ICS)
PVP: 27.00€